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sábado, 24 de janeiro de 2026

Veja bem o spoiler

Teve uma época do "veja mais". Os sujeitos começavam, sempre, com o "veja bem". Inclusive intelectuais incensados. Hoje a mídia fala em "spoiler" pra tudo. "Vou dar um spoiler" é comum nestes tempos obscuros. Os do futebol não dizem mais "corresponder" e sim entregar. entregar, que era sinônimo do jogador mal intencionado, quer dizer que fez ou não fez o esperado. Oportunizar, que nem existe no dicionário, é moeda comum. Já algumas palavras sumiram, devido ao politicamente correto, caso de Mulata, ou de Cabrocha, ou - no caso do RS - acabou-se o uso da palavra "chinoca". Clichês que se revezam. Uma das que sumiramé "salafrário" para o indivíduo escroque, mau caráter. A mídia não quer a simplicidade. Perguntem para o cidadão comum, aquele que compra um livro por ano na feira do livro, e ele não saberá explicar. Bom, mude-se para os EUA, como os mineiros, fujam da polícia - vocês que preferem ser humilhados lá fora em troca de um punhado de dólares em vez de ficarem na própria terra, boa ou má, mas a sua terra. Aliás, não sou tão contra o Trump quando manda caçar essa gente. Humilhação não tem preço. Finalizando: 40 por cento dos médicos brasileiros não "entregam" o necessário (pesquisa deles próprios), porém a mídia (imprensa) e suas faculdades de jornalismo são ainda piores.(V.M)

sábado, 16 de março de 2024

Está chuveno em portalegre...

 Ah, os regionalismos vocabulários do Brasil. Os paulistas não dizem não, dizem num. Nós, gaúchos, grande parte, diz mãs e não mas. Os cariocas e fluminenses consideram uma festa uma "feishta" e não são nascidos e sim "naiscidos". Os nordestinos põem o U no lugar de O, ou sejam é "butar" e não botar. Porém, disseminado por muitos Estados e regiões, Minas, SP, Nordeste, Goiás, é o uso de palavras abolindo o gerúndio: "fazeno" em vez de fazendo, "andano" em vez de andando e por aí afora. Um dos praticantes dessa modalidade era o ex-técnico (durou pouco)  da seleção brasileira de futebol, Fernando Diniz. O time dele, segundo fala, esteve "jogano" bem mas acabou "perdeno". A propósito, está "chuveno" em Portalegre... (V. Minas)