Porto Alegre por muitos anos deu as costas ao seu rio, hoje considerado um lago, o Guaíba, que praticamente cerca a cidade. Somente em data recente foi restabelecido o sistema de transporte aquaviário entre a Capital e a cidade de Guaíba, algo tão simples e óbvio que é de se estranhar tenha demorado tanto tempo a ser implantado. Mas na gestão do prefeito José Loureiro da Silva - o melhor de todos, em todos os tempos - o mandatário porto-alegrense fez construir um píer onde as barcas, ou ferry-bots, ancoravam na Vila Assunção, zona sul da Capital. Em 1941, o ano da grande enchente, o sistema de transporte por água foi oficializado, para alegria dos moradores das duas cidades. Claro que não era tais como os modernos catamarãs de agora, mas também serviam como opção de turismo para muita gente, além de transportarem veículos automotores. Naquela época não havia a ponte sobre o rio Guaíba, e a ligação com a parte sul do Estado exigia muitos esforços. Loureiro, nesta matéria do Correio do Povo, regressava de seu sítio, em Tapes, chegando a Porto Alegre por meio da barca.
Jornal do bairro Jardim Botânico. Porto Alegre, RS. Brasil. Fundado em 25 de março de 2019. jornalofelizardo.blogspot.com - email: vitorminas1@gmail.com
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quinta-feira, 20 de junho de 2024
sábado, 24 de fevereiro de 2024
Loureiro da Silva, grande prefeito, implantou o transporte aquaviário em Porto Alegre: 1941
Porto Alegre por muitos anos deu as costas ao seu rio, hoje considerado um lago, o Guaíba, que praticamente cerca a cidade. Somente em data recente foi restabelecido o sistema de transporte aquaviário entre a Capital e a cidade de Guaíba, algo tão simples e óbvio que é de se estranhar tenha demorado tanto tempo a ser implantado. Mas na gestão do prefeito José Loureiro da Silva - o melhor de todos, em todos os tempos - o mandatário porto-alegrense fez construir um píer onde as barcas, ou ferry-bots, ancoravam na Vila Assunção, zona sul da Capital. Em 1941, o ano da grande enchente, o sistema de transporte por água foi oficializado, para alegria dos moradores das duas cidades. Claro que não era tais como os modernos catamarãs de agora, mas também serviam como opção de turismo para muita gente, além de transportarem veículos automotores. Naquela época não havia a ponte sobre o rio Guaíba, e a ligação com a parte sul do Estado exigia muitos esforços. Loureiro, nesta matéria do Correio do Povo, regressava de seu sítio, em Tapes, chegando a Porto Alegre por meio da barca.
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