Jornal do bairro Jardim Botânico. Porto Alegre, RS. Brasil. Fundado em 25 de março de 2019. jornalofelizardo.blogspot.com - email: vitorminas1@gmail.com
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Navios da Costeira para todo o Brasil
terça-feira, 4 de março de 2025
Os banhos no Guaíba em 1934
sábado, 1 de março de 2025
Rádio Gaúcha liderava audiência em 1961
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
Inaugurado o primeiro semáforo de Porto Alegre
Os assaltos sem arma de fogo na Porto Alegre de 1950
É claro que a violência e a criminalidade dos tempos antigos não se comparavam, em intensidade e crueldade, ao que hoje acontece. Mas também é certo que Porto Alegre nunca foi uma maravilhosa ilha de paz e amor, onde todos podiam sair absolutamente tranquilos pelas ruas, ao menos à noite, como algumas pessoas mais antigas e saudosistas erroneamente apregoam. Na verdade o número de punguistas no centro e dentro dos bondes era enorme, ao ponto de muitos deles já serem conhecidos por muitos passageiros. Também havia assaltos a pedestres, embora jamais se usasse arma de fogo.Talvez pior, se costumava espancar a vítima, à traição, deixando-a muitas vezes desacordada. Nestas duas reproduções do CP do ano de 1950 vê-se o que ocorria em uma capital com cerca de 400 mil habitantes.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Na década de 30 Porto Alegre olhava para o rio Guaíba e nele navegava
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
Inezita Barroso em Porto Alegre é recepcionada por Paixão Cortes
sábado, 15 de fevereiro de 2025
Fitipaldi vence em Tarumã: 1970
Note-se que, na reprodução do anúncio da transmissão da Rádio Guaíba, o locutor anunciado é Pedro Carneiro Pereira, também corredor e que, três anos depois, no dia 21 de outubro de 1973, morreria em um trágico acidente no mesmo circuito de Tarumã. Reprodução do Correio do Povo.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
A primeira grande "maloca" da Capital
A Ilhota - a primeira grande favela de Porto Alegre - estava localizada às margens do arroio Dilúvio, . Habitada, obviamente, por moradores pobres e, em sua maioria, negros ou pardos, era mal vista pelos demais porto-alegrenses, que a consideravam um local de marginais e ladrões - o que, em certa medida, era verdade. Mas o fato é que foi habitada por uma esmagadora maioria de trabalhadores que davam duro para ganhar a vida. Vivendo em sub-habitações, os moradores da Ilhota eram, inevitavelmente, as primeiras vítimas das grandes enchentes que assolavam a capital gaúcha, entre elas a fantástica cheia de 1941. Considerada uma chaga urbana, todos os prefeitos anunciavam que iriam removê-la, o que aconteceu aos poucos e foi consumado durante o governo de Guilherme Socias Villela, na década de 70, quando se construiu o bairro da Restinga, hoje uma verdadeira cidade, e para onde foram transferidas as famílias. Na Ilhota, diga-se de passagem, nasceram gaúchos ilustres, como o compositor Lupicínio Rodrigues e o craque Tesourinha. Nesta reprodução do Correio do Povo de 1966 - portanto, há meio século - o conhecidíssimo fotógrafo Santos Vidarte (uma legenda do fotojornalismo gaúcho) retrata o que era aquela "maloca".
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
Censo de 2000 e os domicícios do Jardim Botânico
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, o Jardim Botânico contava (Censo do ano 2000), 11.494 habitantes, o que representava 0,84% da população do município. Destes, a maioria eram mulheres: 5.163 contra 6.331 homens, dos quais, no geral, 1,61% eram analfabetos.
Foi criado pela Lei 2022 de 7/12/59
Limites atuais: do ponto de convergência da Av. Ipiranga (talvegue do Arroio Dilúvio) com a Rua Gen. Tibúrcio; desta pela Rua Eça de Queiroz, Rua Itaboraí e Rua Machado de Assis; desta até a Rua Felizardo até encontrar a Rua Felizardo Furtado; desta até o limite norte com o Jardim Botânico e por este limite sempre por uma linha reta, seca e imaginária, direção oeste/leste, até a Avenida Cristiano Fischer; por esta até a Av. Ipiranga seguindo pela linha do Arroio Dilúvio até o ponto de convergência com a Rua Gen. Tibúrcio.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
Em 1936 Torres já contava com vôos regulares da Varig vindos de Porto Alegre
terça-feira, 31 de dezembro de 2024
Dias de viagem para se chegar a Floripa no verão de 1941
sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
No tempo em que os vampiros agiam no RGS
Quem quer que tenha nascido no interior do Rio Grande do Sul ou de outros Estados vizinhos sempre ouviu falar nas histórias dos "tiradores de sangue", espécies de vampiros que atacavam as crianças indefesas, geralmente a caminho da escola, e retiravam-lhes com seringa o sangue à força, ou depois de dopadas. Tais relatos - que muitos interpretavam como lendas rurais, inverossímeis até - de fato aconteceram e foram narrados pelos jornais da época, como nesta reprodução do Correio do Povo, de Porto Alegre, em abril de 1980. Naquela época ainda se comercializava sangue no Brasil e não havia uma política de saúde eficaz nesse sentido, o que tornava o comércio e o tráfico - geralmente com o plasma enviado para os Estados Unidos e Europa - algo muito rentável. Curiosamente, não se tem notícia de que nenhum de tais "vampiros" tivesse sido preso, o que certamente contribuiu para dar aos fatos verídicos um tom de lenda ou de histórias que os pais contam para disciplinar e amedrontar as crianças
quinta-feira, 12 de dezembro de 2024
O bafo tumular da Riocell
quarta-feira, 27 de novembro de 2024
A VARIG e os Caravelle em rotas nacionais e internacionais
terça-feira, 26 de novembro de 2024
Imobiliária convida as atenciosas senhoras para comprar na beira do Guaíba: 1934
quinta-feira, 17 de outubro de 2024
Borregaard, Riocel, pouca gente lembra dessa época
sexta-feira, 4 de outubro de 2024
O incêndio criminoso do Tribunal de Justiça : assim se resolviam as coisas
Pesquisa e texto: V. Minas
Outro fato lembrado dizia respeito à absoluta ausência de vigilância, já que não havia sequer um guarda destacado para a ronda da noite. Dias antes um funcionário havia notado pegadas suspeitas nos seus corredores e que convergiam justamente para o local onde o fogo supostamente teria iniciado. Também se constatou que havia massa na fechadura, indicando que alguém havia tirado um molde da chave para entrar no local sem ser percebido. Tais hipóteses, no entanto, foram acrescidas de outras, dos técnicos do Instituto de Polícia Técnica: eles concluíram que o foco inicial do incêndio teria sido "a sala de cafezinho" da Secretaria do Interior: lá existia um “bico de gás” e que teria ficado aceso durante a noite.
