Em junho de 1934 o rio Guaíba - que muitos insistem em chamar de lago - era um rio relativamente limpo e propício ao banho. Naquela época a cidade de cerca de 250 mil pessoas não dava as costas ao Guaíba, como hoje ocorre. A zona sul da capital gaúcha já era explorada pelas suas belezas naturais e por suas praias os meses de verão. Como viajar até o litoral era uma aventura, naqueles tempos de poucas estradas, muita gente preferia ficar por aqui mesmo e desfrutar dos encantos de Ipanema e de outro bairro que surgia - o Espírito Santo. As imobiliárias e construtoras apregoavam, em anúncios de jornais, as vantagens de se adquirir um imóvel nestes locais, como se vê nesta reprodução do Correio do Povo.
Jornal do bairro Jardim Botânico. Porto Alegre, RS. Brasil. Fundado em 25 de março de 2019. jornalofelizardo.blogspot.com - email: vitorminas1@gmail.com
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terça-feira, 4 de março de 2025
quarta-feira, 24 de julho de 2024
Loureiro da Silva, o prefeito dos prefeitos, e o transporte aquático
Porto Alegre por muitos anos deu as costas ao seu rio, hoje considerado um lago (na real, um estuário), o Guaíba, que praticamente cerca a cidade. Somente em data recente foi restabelecido o sistema de transporte aquaviário entre a Capital e a cidade de Guaíba, algo tão simples e óbvio que é de se estranhar tenha demorado tanto tempo a ser implantado. Mas na gestão do prefeito José Loureiro da Silva - o melhor de todos, em todos os tempos - o mandatário porto-alegrense fez construir um píer onde as barcas, ou ferry-boats, ancoravam na Vila Assunção, zona sul da Capital. Em 1941, o ano da grande enchente, o sistema de transporte por água foi oficializado, para alegria dos moradores das duas cidades - só não foi adiante devido aos lobbys conhecidos. Claro que não eram tais como os modernos catamarãs de agora, mas também serviam como opção de turismo para muita gente, além de transportarem veículos automotores. Naquela época não havia a ponte sobre o rio Guaíba, e a ligação com a parte sul do Estado exigia muitos esforços. Loureiro, nesta matéria do Correio do Povo, regressava de seu sítio, em Tapes, chegando a Porto Alegre por meio da barca.
segunda-feira, 22 de abril de 2024
Os banhos de rio em 1934
Em junho de 1934 o rio Guaíba - que muitos insistem em chamar de lago - era um rio relativamente limpo e propício ao banho. Naquela época a cidade de cerca de 250 mil pessoas não dava as costas ao Guaíba, como hoje ocorre. A zona sul da capital gaúcha já era explorada pelas suas belezas naturais e por suas praias os meses de verão. Como viajar até o litoral era uma aventura, naqueles tempos de poucas estradas, muita gente preferia ficar por aqui mesmo e desfrutar dos encantos de Ipanema e de outro bairro que surgia - o Espírito Santo. As imobiliárias e construtoras apregoavam, em anúncios de jornais, as vantagens de se adquirir um imóvel nestes locais, como se vê nesta reprodução do Correio do Povo.
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